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16 de outubro de 2014
Artesanato nisense inspira abertura de espaço em Lisboa

Inspirado na Herdade das Jans, localizada em Amieira do Tejo, concelho de Nisa, na margem esquerda do Rio Tejo, a estilista Isilda Pelicano inaugurou, no passado dia 16 de outubro, em Lisboa o espaço Jans cujo conceito incide no artesanato nisense.

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17 de maio de 2014
Comemoração do 5º aniversário do Museu do Bordado e do Barro e do Dia Internacional dos Museus

No âmbito das comemorações do 5º aniversário do Museu do Boraddo e do Barro e do Dia Internacional dos Museus a 18 de maio, a Câmara Municipal promeveu um concerto com o músico Ricardo Gordo.

 
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23 de novembro de 2013 a 31 de março de 2014
EXPOSIÇÃO "Olarias do Alentejo"

A olaria é, sem dúvida, uma das mais antigas manifestações de arte popular.
A olaria no nosso pais em geral e a do Alentejo em particular, resulta de uma seleção de saberes que nos foram legados durante séculos.
Por aqui passaram os romanos, visigóticos e os árabes, deixando a sua marca e a sua influência na tipologia das peças que nos chegaram aos dias de hoje.
Os romanos foram talvez aqueles que mais nos influenciaram, porque as suas peças transmitem o seu desejo em responder às necessidades da vida quotidiana, adquirindo deste modo um importante estatuto utilitário. A necessidade em transportar e armazenar produtos como o  peixe, vinho e azeite ,fizeram com que produzissem em grande escala ânforas, potes e produzissem também tigelas, pratos e jarros para  uso doméstico.
Os árabes trouxeram para a Península Ibérica no séc. VIII o conhecimento e o conceito de policromia e a ornamentação em relevo (principalmente na azulejaria). Em termos tipológicos destacam-se na produção de alguidares, alcatruzes e fogareiros, por exemplo.
Já na Idade Média o artesão atinge um novo estatuto, porque os barros faziam parte da vida da corte, e dos seus banquetes e por isso muito valorizados.
No século XVI surgem novos materiais como o cobre, a madeira ou a cortiça e por isso, a produção da olaria entra um pouco em decadência. Mas a grande revolução desta época é a alteração da decoração e das técnicas decorativas, que originam o aparecimento de motivos geométricos e estilização floral com pintura a branco.
Já em pleno século XIX, o artesão atinge o estatuto de mestre em contraponto com o operário, que produz de forma mecanizada as suas peças.
Foi só na década de 80 do século passado que a atividade artesanal e consequentemente a Olaria, passou a ser reconhecida como expressão de raiz cultural a valorizar.
Por essa razão entendemos que poderíamos aproveitar o nosso espaço de exposições temporárias, para dar a conhecer aos visitantes, de uma forma muito sucinta, os centros oleiros do Alentejo, pelo menos os mais representativos, e com isso tornar familiar as tipologias e decoração dos mesmos.
Para além do exemplo da olaria de Nisa, abordaremos o caso de Flôr da Rosa, S. Pedro do Corval, Redondo, Estremoz e Viana do Alentejo.

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18 de maio a 16 de outubro de 2012
EXPOSIÇÃO "Centro de Artesanado de Nisa - O sonho, o projeto e a realidade"

Pretendemos com esta mostra dar a conhecer ao visitante o percurso de um grupo de pessoas, encabeçado por um casal de professores, Júlio e Celeste Alvega de Matos que nos anos 60 tinham um sonho!
Criada em termos jurídicos em 1984, a associação denominada Centro de Artesanato de Nisa, pretendia defender e valorizar o artesanato como património cultural, apoiar a formação profissional dos artesãos e promover cursos de aprendizagem.
Com esta exposição pretendemos demonstrar os vários intervenientes desta já longa vida de dedicação ao artesanato de Nisa.

 
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